domingo, 17 de maio de 2009

Hoje acabei de ler o livro


— (…) Oque é recordado fica, o que é lembrado é também esquecido.
— Kierkegaard já disse coisa parecida.
— Já vem você. Quem é esse? O jogador?
— Não: um filósofo dinamarquês.
— Ah! Eu estava confundindo com Friendenreich, aquele jogador
de futebol. Pois se ele disse isso, ele é dos bons.

As referencas literarias e filosóficas do livro são numerosas. Søren Kierkegaard (1813-1855), foi um filósofo e teólogo dinamarquês cujo interese pela existencia, a elecão e o compromiso individuais tive grande influencia nos existencialistas.
Franz Kafka (1883-1924), escritor judeo checo, cuja simbólica narrativa, escrita em alemão, anticipou a opresão e a angustia do século XX. Em filosofia, Kafka é afim a Kierkegaard e aos existencialistas. Em literatura, seus romances tem influencia surrealista e expresionista. Eduardo faz-me lembrar ele.
Algem de vocês leu Kafka? Será que to muito chata hoje? haha
Ah, atencão que a problemática do aborto se repete… Paloma, é o protagonista da historia e não o autor a chamar-lo do “o pior dos crimes”, sim, não escrevi direito.

Hoje acabei de ler O encontro marcado. Mas agora vou lê-lo pela segunda vez!

Um comentário:

  1. Marcela,

    que bom que já terminaste de ler o livro! Foste super rápida!

    Kafka é excelente! Não queres trazer mais detalhes sobre a obra dele? Tu disseste que Eduardo te fez lembrar de Kafka... Por quê?

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