domingo, 10 de maio de 2009

"O aborto" Comentario da Marcela

Fiquei pensando no comentario da Marcela, procurei na página onde o autor colocou essa palavra "Aborto", procurei e encontrei, página 67 do livro e página 63 no arquivo PDF.

Eu discordo com a Marcela, por quê?
O autor fala dos temas habituales que cada uns dos personagem gosta de falar.
Hugo: enfermeiro da existência. Nada valia nada, tudo precário, equívoco, contraditório. Marcelo: a incidência no tempo e no espaço: a inexorailidade do fortuito na vida de cada um. Eduardo: o tempo em face da eternidade. Caminhamos para a morte. O futuro se converte, a cada instante, em passado. O presente não existe. Vivemos a morte desde o nascimento.
- Nascemos para morrer.
Para esso vivemos. E está certo, é a nossa chance, aque todos têm direito...... Além do que ele colocou no equivoco do Job, não acho que o autor este a favor o countra o Aborto, só faz una referncia da vida e a morte.

Eu vejo mais importante os fatos dos meninos. Jovens que nasceram em um país em ditadura, suas vidas não eram facies em uma cidade pequena, como Belo Horizonte, onde o preconceito estaba no diá-a-dia. Onde três jovens cheios de dúvidas e de perguntas sem respostas tentan brincar con a realidade, a verdade de suas vidas, o que fazer, como lutar, como poder dizer o que penso, etc.

Abraços da Paloma

Um comentário:

  1. Na minha opinião, a questão do aborto tem uma certa importânçia porque ela faz parte de uma discussão sobre o "ser". Sim, um fato importante no livro é que os meninos estão com perguntas sem respostas, e a opinião sobre o aborto é um exemplo disso: por que vivemos? A Providência ou Deus não fazem parte da discussão e sem um ator grande para conduzir as nossas vidas, fica difícil dar uma explicação para o porqûe da própria existência. A única coisa de que os meninos têm certeza é que a gente nasce e no fim, morre. Um aborto significaria tirar completamente essa possibilidade de "ser", de existir, e isso é uma ideía interessante na discussão sobre o significado da vida e no fim, na teoria existencialista.

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